terça-feira, abril 29

Puddle of Mudd - Famous

Lançado em 2007 (dificilmente encontra-se em Portugal), o mais recente álbum dos norte-americanos atingiu os lugares pioneiros nos Charts de rock um pouco por todo o mundo. Tendo singles como "Famous", "We Don't Have to Look Back Now", "Radiate" ou "Psycho", sendo a última a mais recente, este álbum promete agradar aos fãs da banda e não só, por isso deixo aqui uma recomendação deste CD para amantes de bandas como Alice In Chains ou Nirvana.


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Carlos Moura - Stand Up Comedy 103

Para não deixar o pó acumular no blog, vou deixar mais um vídeo. Até explicaria quem é o comediante em questão, mas o vídeo é "self-explanatory". Ou seja, em 30 segundos, ele explica tudo o que têm de saber. Aqui têm Carlos Moura.

quarta-feira, abril 23

Será que estou errado ou não? - Volume 1

Este mundo está enterrado numa bosta (preferi não dizer outra palavra politicamente incorrecta) das grandes. É verdade. Sei que para alguns, isto não é novidade. Mas venho referir uma outra fase decadente da espécie humana que vem aumentar exponencialmente o nível de caca ao qual estamos enterrados.
O assunto em questão é a Internet.
Alguns de vocês estarão a pensar neste momento: "A Internet, com excepção de um ou outro caso, é uma coisa boa." Mas não, antes pelo contrário. Nas mãos das pessoas erradas, pode provocar o caos e a anarquia, especialmente nas GRANDES CIDADES. E porquê o motivo deste meu espicaçar contra tal invenção?
De forma a que um leigo entenda, tem a ver com o facto de míudos estúpidos (e sim, também me refiro à rapariga da Carolina Michaelis, mas não só, "bosta" existe em todo o lado) utilizarem a internet. De certo modo, a culpa nem é deles, mas estes jovens, tendo mentes bestialmente influenciáveis, absorvem todo o tipo de informação, sendo esta na sua maioria, burrices inventadas por preguiçosos que têm a veia artística a funcionar para o torto.
Caso ainda não perceberam, estou a falar dos "LOL"s e dos "xD"s e dos outro bonequinhos ou expressões que tenham inventado. É claro que esta informação para alguns, como este vosso humilde escritor, é inofensiva. Mas nas mãos de crianças, ou pior ainda, "pitas", pode tornar-se numa arma de destruição massiva.
"Epá, que exagerado!", estarão alguns a pensar. Mas vendo dum certo ponto de vista, verão o quão perigoso isto se poderá tornar.
Porquê? Porque, sendo crianças e "pitas" altamente influenciáveis, e sendo expressões como LOL, ROTFL e outras do género simplesmente estúpidas, estes jovens rapidamente se tornarão... simplesmente estúpidos. Tão estúpidas ao ponto de chegar a utilizar estas expressões na vida real.
Vendo miúdas de 13 anos a proferirem em plenos pulmões "LOL!" no meio de um espaço público, ou lendo redacções de miúdos de 16 anos que escreveram obscenidades como "xisdê" (xD, caso não perceberam) ou "rofflecoptero" faz-nos pensar profundamente na possibilidade de espancar a burrice fora deles, de tão abominável que esta é. O simples facto de eu estar a escrever isto e ser considerado pelo computador um erro ortográfico, apenas revela a imensidão da bosta que nos confronta.
Portanto, deixo-vos então com este pensamento. Caso tenham irmãos, primos, filhas, netas ou apenas conhecidos dessa idade, espanquem-nos até que parem de dizer "Tipo, duh!". Porque sem sanidade mental, não nos restará nada. Será que estou errado ou não?

PEQUENO APARTE: a parte onde referi a destruição nas "GRANDES CIDADES" tem relevância, no sentido em que as pequenas aldeias conseguem combater esta infame praga com os chamados "chico-espertos", ou pior, a sua própria burrice popular.

Será que estou errado ou não? - Prologue

Nova rubrica, curiosamente começando no meu aniversário, portanto se quiserem considerem isto como uma prenda de um aniversariante. Pouco ortodoxo, eu sei. Mas que se há-de fazer?
Adiante.
Rubrica nova. "Será que estou errado ou não" serve para mostrar factos obscuros do quotidiano (ou burrices, porque dessas, há muitas). E fazer-vos pensar se realmente estou errado ou não. Daí o título da rubrica ser este.

segunda-feira, abril 7

Quem disse que rir era o melhor remédio?

Depois de uma prolongada ausência, deparei-me com uma situação alarmante: o Malato tem que mudar o seu riso. Porque, se não o fizer, corre o sério risco do seu programa ser invadido por uma carrinha do INEM e apanhar com um desfilibrador no peito. Agora, vocês podem pensar que esta ideia é um pouco virada para o macabro. Mas não é, se tiverem em conta o riso que ele tem. É algo que nos faz lembrar da expectoração de doentes terminais de cancro pulmonar. Eu teria falado com ele, mas não o conheço. E não são obrigados a rir, depois de um mês parado em casa, contagiado com o vírus quase mortal da varicela, É normal que coisas destas saiam para o exterior. Mas isso é uma história para outro dia.



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